Quando além da estética nasal, a função está comprometida (nariz constantemente obstruído) a cirurgia é denominada Rinoseptoplastia (correção de desvios de septo), associada ou não á Turbinectomia (correção da hipertrofia dos cornetos).

O nariz apresenta uma dinâmica relação entre suas estruturas (pele, tecidos moles, cartilagem e ossos) que repercutem no resultado a curto e a longo prazo. O conhecimento dessa dinâmica permite que o cirurgião especializado em nariz controle as variáveis, reduzindo assim o risco de resultados insatisfatórios a longo prazo e alcançando um nível de previsibilidade maior.

A filosofia da cirurgia nasal moderna foi desenvolvida há cerca de 20 anos e aperfeiçoada com o passar do tempo pelos maiores cirurgiões de nariz da atualidade, como Jack Gunter, Dean Toriumi, Bahmann Guyuron, Rollin Daniel, entre outros. Consiste numa cirurgia construtiva (ao invés da cirurgia destrutiva convencional) em que as cartilagens são esculpidas e moldadas conservadoramente com adição de suporte extra com enxertos da própria cartilagem do paciente. Essa técnica torna o arcabouço mais forte e resistente ao processo cicatricial intrínseco, mantendo o resultado satisfatório com o passar dos anos.

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