As mamas estão associadas à sensualidade e à beleza do corpo feminino. Além dos aspectos estéticos, mamas desproporcionais podem ocasionar dores nas costas e na região das alças do sutiã, problemas posturais e dermatológicos, além de limitações em atividades físicas.

O resultado satisfatório nas cirurgias de mama está relacionado com aspectos como a indicação precisa da cirurgia, escolha da técnica e refinamento da cicatriz, devolvendo às pacientes a auto-estima e harmonia corporal.

A cirurgia de mama pode ser dividida em mamaplastia redutora, mastopexia (lifting das mamas) e mastopexia com inclusão de prótese. A mamaplastia redutora é indicada para mamas de médios a grandes volumes, com remoção parcial de glândula mamária e gordura, seguida de modelagem dos tecidos, com posicionamento mais gracioso da auréola e do mamilo.

Na consulta, a paciente deve informar a respeito de suas queixas e anseios. Após exame físico o cirurgião é capaz de oferecer as possibilidades cirúrgicas, considerando os desejos da paciente. A principal medida anotada é a distância do mamilo e auréola ao exame e a desejada após a cirurgia (grau de ptose mamária). O volume das mamas ao final da cirurgia deve estar em equilíbrio com o tronco da paciente, altura e peso e deve se ser definido já no pré-operatório.

Remoção de pele e excesso de volume (quando indicado), reposicionamento do mamilo e auréola, e moldagem dos tecidos, com maior preenchimento do colo. Existem diversas técnicas para a realização de mamaplastias. A preferência na grande maioria dos casos é a técnica desenvolvida por Dr. Liacyr Ribeiro (RJ), autoridade internacionalmente reconhecida em cirurgia de mama, que utiliza o próprio tecido mamário como uma prótese natural, alcançando um resultado mais duradouro e gracioso. A cicatriz em forma de “t” invertido é a mais comum.

Remoção de pele e excesso de volume (quando indicado), reposicionamento do mamilo e auréola, e moldagem dos tecidos, com maior preenchimento do colo. Existem diversas técnicas para a realização de mamaplastias. A preferência na grande maioria dos casos é a técnica desenvolvida por Dr. Liacyr Ribeiro (RJ), autoridade internacionalmente reconhecida em cirurgia de mama, que utiliza o próprio tecido mamário como uma prótese natural, alcançando um resultado mais duradouro e gracioso. A cicatriz em forma de “t” invertido é a mais comum.

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